"Minha mãe é arquiteta da comunidade a 20 anos. E eu tenho orgulho dela."
Assim me toquei do que estava presenciado naquele dia. Um encontro de arquitetura, com representantes da américa latina a fim de discutir as cidades que vivenciam e a arquitetura que produzem.
A luta, o combustível da conversa e debate.
O social, o motivo que levava a ações e a troca.
O comum, o enlace entre objetivos e motivações.
Esse encontro me proporcionou um olhar sobre a produção da cidade, a partir dos envoltos na esfera da arquitetura e urbanismo.
Mais pra além de conceitos e premissas intrínsecas a um projeto ou outro, é ver o que nos reúne. O que nos leva a agir nessa esfera da sociedade? Quais contextos e costumes lidamos na América? Como nos colocar como os atores da produção da cidade? E com quais interagimos?
Não existe pós e contras à essa lógica. Tudo faz a cidade crescer num ponto ou em outro. A questão é para onde e com quem. E a cada romper desse tecido costurar e enlaçar as realidades dispostas..
Foto plano de fundo: Miguel Caamaño
2ª Encuentro Latinoamericano de arquitectos de la comunidade - BsAs y La Plata, 2012.
(https://www.facebook.com/arquitectos.comunidadbsas)

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